(via srta-mimadinha)
(via vim-das-ruas)
eu vou amar até mesmo as tuas fraquezas quinzenais de desistir de mim e depois me pedir de volta
(via gaudens)
deixa eu pousar em você como uma folha que despenca no outono e não sabe onde vai parar, mas ama mesmo assim porque finalmente está no chão. ficar no alto só serve pros prédios e árvores porque não podem ir pra lugar algum e eu quero conhecer cada canto desse universo que te assiste existir sem, muitas vezes, se importar.
eu me importo com o seu cansaço e com sua raiva cotidiana. eu queria que coubesse entre o M das minhas mãos pra te carregar por aí e quando alguém quisesse ler meu destino, encontrasse você e dissesse que meu futuro é bom.
eu costumava falar que minha memória é incrível, mas depois de te conhecer, eu percebi que não guardava tantos detalhes como eu imaginava. então toda vez que me conta coisas sobre si que eu já sabia, mas não lembrava, eu me choco de um jeito diferente.
como um asteroide que consegue passar pela atmosfera da Terra e, se transformando em um hipotético cometa, arranca o pedido de um novo estranho. a primeira colisão assusta, a segunda cativa.
você arranca pedidos do meu eu desconhecido e eles sempre convergem em um ponto só: toda a beira da sua solidão ferida exposta.
deixa eu passar os dedos pela sua coluna vertebral e sustentar seu pavor. domesticar o seu medo. eu também tenho os meus. não é fácil ser humano e ter a possibilidade incessante de padecer.
agora, eu tenho a chance de evoluir. uma hora, a gente quer ser folha.
na outra, nota que já é raiz. deixa eu ficar.
(via gaudens)
se demora em mim
(Fonte: andastes, via sintomadesaude)
[tem um pouco do que tu é em tudo que eu faço agora]
(via rabuscos)
o amor próprio não é construído de uma hora pra outra. dói e demanda esforço, tempo e paciência. seja gentil com você, você tem ido bem.
(via versilhares)
“Quero colo, vou fugir de casa, posso dormir aqui, com você?”— Legião Urbana.
(Fonte: floresinexatas)








